O Bispo da Diocese de Cabinda, Dom Belmiro Tchissengueti, defendeu que o património histórico de Lândana deve ser aproveitado pelos jovens como fonte de investigação científica e de conhecimento sobre a história da região.
A posição foi manifestada durante a visita do prelado ao stand do município de Cacongo, no terceiro dia da Expo-Cabinda 2026, onde esteve em destaque a Torre da Missão Católica de São Tiago Maior de Lândana, uma das principais referências históricas do município.
Recebido pelo Administrador Municipal de Cacongo, Armando do Carmo, Dom Belmiro Tchissengueti apreciou a representação da torre e mostrou-se particularmente encantado com o monumento apresentado no espaço do município.
Para o Bispo, a preservação e valorização do património devem ultrapassar a dimensão turística e cultural, servindo também como oportunidade para as novas gerações aprofundarem o conhecimento sobre a história de Cabinda através da investigação.
A Torre da Missão Católica de São Tiago Maior de Lândana está ligada à presença dos Espiritanos na região desde 1873, tendo a igreja sido inaugurada em 1904.
O monumento integra o conjunto de elementos históricos e culturais que Cacongo apresenta na Expo-Cabinda 2026, com o objectivo de promover a valorização do património e dar a conhecer a identidade histórica do município.
Além da componente histórica, o stand de Cacongo apresenta produtos da produção local e destaca as potencialidades existentes nos sectores da agricultura, pesca e turismo, entre outras áreas.
A participação do município na feira pretende igualmente promover aquilo que é produzido localmente e apresentar oportunidades capazes de contribuir para o desenvolvimento económico e social da região.
A visita de Dom Belmiro Tchissengueti colocou em evidência a necessidade de aproximar a juventude do património histórico de Cacongo, transformando monumentos como a Torre de São Tiago de Lândana em instrumentos de aprendizagem, investigação e preservação da memória colectiva.