A segurança da aviação internacional voltou a estar sob alerta devido ao agravamento da crise no Médio Oriente, levando a Agência da União Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) a renovar as recomendações de precaução às companhias aéreas que operam na região.
A decisão surge após a retoma dos confrontos militares, que aumentou os riscos para os voos comerciais que atravessam zonas próximas aos conflitos.
A EASA recomenda que as transportadoras avaliem cuidadosamente as operações no espaço aéreo do Médio Oriente, devido à possibilidade de ameaças associadas ao uso de equipamentos militares, incluindo mísseis e drones.
As companhias aéreas internacionais continuam a acompanhar a evolução da situação e a ajustar as rotas de voo sempre que necessário, numa tentativa de garantir a segurança dos passageiros e das tripulações.
O agravamento das tensões na região mantém as autoridades de aviação em estado de vigilância, enquanto persistirem os riscos decorrentes dos confrontos.