MED esclarece que quem passar no concurso ficará no município onde concorreu – Correio da Kianda

O Ministério da Educação (MED) esclareceu que os candidatos aprovados no concurso público para o ingresso de nove mil profissionais serão colocados no município onde apresentarem a candidatura, não estando prevista a transferência para outro município ou província após a admissão.

O esclarecimento foi feito pela directora nacional dos Recursos Humanos do Ministério da Educação, Laudemira de Sousa, que explicou que o concurso tem âmbito local e visa suprir as necessidades específicas de cada município.

Segundo a responsável, os candidatos devem escolher cuidadosamente o município onde pretendem concorrer, uma vez que, após a colocação, deverão exercer funções nesse mesmo local.

“Quem concorrer para um determinado município deve estar preparado para trabalhar nesse local”, reforçou.

O concurso público, aberto esta quarta-feira, disponibiliza oito mil vagas para professores do ensino primário e secundário, em regime especial, e mil vagas para pessoal administrativo.

Laudemira de Sousa explicou que as vagas destinadas ao pessoal administrativo foram distribuídas pelos governos provinciais, que terão a responsabilidade de organizar e gerir o respectivo concurso, de acordo com os termos de referência estabelecidos pelo Ministério da Educação.

No caso do pessoal administrativo, a preferência recai sobre candidatos com formação média nas áreas de informática, administração e serviços. Contudo, os governos provinciais poderão ajustar os critérios de selecção em função das necessidades e da oferta formativa de cada região.

Já para os candidatos à carreira docente, são exigidos idade mínima de 18 anos e habilitações compatíveis com a função, nomeadamente licenciatura ou ensino médio concluído em magistérios, institutos técnicos ou politécnicos.

As candidaturas decorrem até ao dia 4 de Agosto, nas direcções municipais da Educação das 21 províncias do país.

O Ministério da Educação apelou ainda aos candidatos para que obtenham informações apenas através das direcções provinciais e municipais da Educação e dos canais oficiais do sector, alertando para a existência de tentativas de burla relacionadas com o concurso público.

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