Os Estados Unidos reforçaram a resposta ao surto de Ébola na República Democrática do Congo, mobilizando recursos para apoiar as autoridades locais e parceiros internacionais no combate à doença.
Segundo informação divulgada esta segunda-feira, 10, pelo Departamento de Estado norte-americano, o Governo dos EUA activou, menos de 48 horas após os primeiros relatos de casos de Ébola na RDC, em Maio de 2026, um plano de resposta e disponibilizou recursos de assistência externa para as operações de emergência.
A resposta está a ser coordenada pelo Departamento de Estado, em colaboração com os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), os governos da RDC e do Uganda e outros parceiros internacionais.
O apoio norte-americano está direccionado para salvar vidas, conter a propagação do vírus e reforçar a protecção dos cidadãos norte-americanos, tanto nos Estados Unidos como no estrangeiro.
Além da resposta directa ao surto, Washington mantém assistência humanitária multissectorial destinada a evitar o agravamento das condições humanitárias nos países afectados.
No âmbito deste esforço, os Estados Unidos disponibilizaram 350 milhões de dólares para a República Democrática do Congo, o Sudão do Sul e o Uganda, como parte de uma assistência de 1,8 mil milhões de dólares ao Escritório das Nações Unidas de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), anunciada a 14 de Maio.
O Departamento de Estado destaca que a assistência humanitária complementa as operações de saúde pública destinadas a controlar o surto e reduzir o risco de uma maior propagação do Ébola na região.