Além de um conteúdo principal, a Born Angola criou uma linha gráfica apoiada na estilização das imagens e gravuras, utilizada em exposições, eventos, ativações e materiais promocionais da marca.
A Born Angola, sucursal da agência criativa portuguesa Born, desenvolveu um documentário para o Standard Bank Angola. Intitulado “Tchitundu-Hulu – Os nossos valores de sempre”, o projecto procura ser um tributo aos sítios de arte rupestre de África, situados no deserto do Namibe.
Ao longo do documentário, é possível acompanhar o fotógrafo e explorador angolano Jessé Manuel, numa viagem onde contacta com povos ancestrais como os Mucubais e com o património natural do sul de Angola.
O acervo fotográfico recolhido sobre as pinturas e gravuras rupestres de Tchitundu-Hulu foi entregue pelo Standard Bank ao Arquivo Nacional de Angola, “permitindo a preservação deste património ameaçado para as futuras gerações e ainda contribuindo na candidatura deste local a Património da Humanidade da UNESCO”, explica a Born, em comunicado.
Para esta campanha — que conta com um documentário de 15 minutos, um trailer de 3 minutos e versões curtas de 45/15 segundos — foram percorridos milhares de quilómetros entre três províncias angolanas — Huíla, Namibe e Luanda — ao longo de uma semana de filmagens. No plano de meios, a campanha conta ainda com redes sociais, rádio, imprensa e outdoor.
“Num tempo dominado pelos formatos de 15 segundos tipo TikTok e pela inteligência artificial, é um privilégio poder criar um conteúdo onde a matéria humana e o craft se sobrepõem a tudo. Um storytelling que respira no seu tempo próprio e dá a conhecer aos angolanos uma parte da sua imensa riqueza cultural, desconhecida por muitos até aos dias de hoje”, argumenta Marco Pulido, director criativo da agência.
Além deste conteúdo principal, a Born Angola criou uma linha gráfica apoiada na estilização das imagens e gravuras, utilizada em exposições, eventos, ativações e materiais promocionais da marca bancária na sua sede e agências.
Produzido pela Geração 80, em coprodução com a BRO, o documentário foi realizado por Pedro Patrocínio, com produção executiva de Tchiloia Lara e sonorização pelo estúdio Mezzanine. As fotografias do projeto ficaram a cargo de Jessé Manuel.