O Conselho de Medicina Natural e Tradicional denunciou a existência de indivíduos sem formação adequada que exercem práticas de medicina natural e comercializam produtos naturais nas províncias da Huíla e do Cunene.
Em declarações à Rádio Correio da Kianda, o vice-presidente da organização, Benjamim Sassova, afirmou que a instituição está a trabalhar para combater a actividade ilegal, que, segundo disse, prejudica a imagem dos profissionais devidamente habilitados.
O responsável considera que a actuação de pessoas sem qualificação representa um risco para a saúde pública, por colocar em causa a segurança dos cidadãos que recorrem a estes serviços.
O Conselho de Medicina Natural e Tradicional defende maior fiscalização do sector e o cumprimento das normas que regulam o exercício da medicina natural no país.