SINPROF mantém ameaça de condicionar arranque do ano lectivo 2026/2027 – Correio da Kianda

O Sindicato Nacional de Professores (SINPROF) reafirma a intenção de condicionar o arranque do ano lectivo 2026/2027, como forma de pressionar o Executivo a cumprir os compromissos assumidos no âmbito do caderno reivindicativo da classe.

O secretário-geral do SINPROF, Ademar Jinguma, denuncia alegado incumprimento do acordo por parte do Ministério da Educação e afirma que, dos 53.755 agentes previstos, apenas cerca de 50 mil foram admitidos, sem garantia de integração na folha salarial do Ministério das Finanças.

Segundo o sindicalista, o Executivo teve tempo suficiente para materializar os compromissos assumidos no acordo rubricado com os professores, mas parte das medidas continua por concretizar.

Ademar Jinguma alerta que a insatisfação da classe poderá resultar numa paralisação das actividades lectivas, caso não sejam cumpridas as reivindicações apresentadas pelo sindicato.

O responsável explica que uma eventual greve deverá ser decidida numa assembleia-geral de professores, marcada para 4 de Setembro, apenas alguns dias depois da abertura oficial do ano lectivo 2026/2027.

O SINPROF considera que o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Governo é fundamental para evitar novos constrangimentos no normal funcionamento das escolas.

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