Tyson Fury x Anthony Joshua lutam mais perto, mas ainda há obstáculos a superar

A recuperação de Joshua contra Prenga foi uma das atuações mais corajosas de sua carreira, mas também destacou vulnerabilidades familiares. Derrubado duas vezes por um peso pesado competindo em nível mundial pela primeira vez, ele de alguma forma se recuperou e produziu uma vitória dramática nos paralisações.

Também ocorreu em circunstâncias extraordinárias.

Joshua estava lutando pela primeira vez desde que sobreviveu ao acidente de carro na Nigéria que ceifou a vida de seus amigos íntimos Sina Ghami e Latif ‘Latz’ Ayodele. A carga emocional ficou óbvia depois, enquanto ele lutava para falar durante a entrevista pós-luta.

Seus resultados e performances recentes levantam sobrancelhas. Desde o final de 2023, Joshua venceu Otto Wallin, o ex-campeão do UFC Francis Ngannou, o YouTuber que virou boxeador Paul e o desconhecido Prenga. Na última vez que enfrentou uma operação de alto nível, sofreu uma derrota por nocaute para Daniel Dubois.

Fury também não parecia intocável. Antes de derrotar Wach confortavelmente, ele derrotou Arslanbek Makhmudov em abril, mas já havia perdido lutas consecutivas pelo título mundial para Oleksandr Usyk. Sua vitória por decisão dividida sobre Ngannou em 2023 também aconteceu depois que ele foi nocauteado pelo astro do MMA.

Talvez a questão não seja mais quem é o melhor peso pesado, mas quem diminuiu menos.

Joshua ainda possui poder de nocaute, mas o movimento, o QI do anel e a adaptabilidade de Fury fazem dele o favorito.

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