“Angola quer afirmar-se como plataforma de promoção da paz e coexistência entre os povos”, diz Dionísio da Fonseca – Correio da Kianda

O ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca, afirmou que Angola pretende reforçar o seu papel como plataforma de promoção da paz, da coexistência pacífica e do fortalecimento das relações entre Estados e povos.

A declaração foi feita esta quarta-feira, 15, em Luanda, durante uma conferência de imprensa de apresentação da 3.ª Edição da Iniciativa da Aliança das Civilizações das Nações Unidas (UNAOC), que será presidida pelo responsável angolano, ladeado pelo Subsecretário-Geral da ONU e Alto Representante da Aliança das Civilizações das Nações Unidas, Miguel Ángel Moratinos.

Segundo Dionísio da Fonseca, o actual contexto internacional, marcado por tensões geopolíticas e instabilidade nos mercados globais, demonstra a necessidade de reforçar o diálogo e a cooperação entre as nações.

O governante destacou que Angola pretende aproveitar a realização do evento para defender a pacificação mundial e promover uma maior aproximação entre os povos.

O ministro de Estado sublinhou ainda que a paz e a estabilidade constituem prioridades nos planos de desenvolvimento nacional aprovados pelo Executivo, por serem condições essenciais para o crescimento económico e social do país.

Para Dionísio da Fonseca, não existe desenvolvimento sustentável nem investimento privado consistente em contextos de conflito, uma vez que a instabilidade aumenta os custos económicos e limita as oportunidades de progresso.

O responsável acrescentou que Angola pretende partilhar com a comunidade internacional a sua experiência no domínio da construção da paz e da reconciliação, defendendo que a estabilidade é fundamental para garantir um desenvolvimento equilibrado e harmonioso do território nacional.

A 3.ª Edição da Iniciativa da Aliança das Civilizações das Nações Unidas reunirá representantes de vários países durante dois dias, em Luanda, com debates centrados na promoção do diálogo intercultural, tolerância, paz e cooperação internacional.

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